sexta-feira, 4-abril-2025
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    Incentivo à importação de insumos acaba e pesquisas científicas param no Brasil, diz Folha

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    Problema afeta diversas universidades e ameaça até estudos sobre Covid-19.

    Sem recursos, atividades dos principais centros científicos do país foram reduzidas ou interrompidas. (Foto:Rubens Cavallari/ FolhaPress)

    Cientistas brasileiros estão desde o final de maio sem possibilidade de importar materiais para pesquisas com isenção fiscal. Com isso, atividades dos principais centros científicos do país tiveram que parar ou acabaram impactadas pelo aumento de gastos. A informação é da Folha.

    No último dia 14 de julho, pró-reitores de pesquisa da USP, Unicamp e Unesp enviaram uma carta ao ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes, pedindo a recuperação dos valores costumeiros da cota de importação.

    “Essa redução está afetando seriamente centenas de projetos de pesquisa em andamento”, afirmaram os pró-reitores, em nome do Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas). “Devemos mencionar que, dentre esses projetos afetados, se encontram vários dedicados à obtenção de uma vacina nacional, bem como medicamentos para o combate da Covid-19.”

    A cota de importação permite que, através do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), instituições, empresas e cientistas importem, isentos de taxas, equipamentos, acessórios e matérias-primas destinados às pesquisas científicas e tecnológicas.

    Em 2020, o valor da cota de isenção era de US$ 300 milhões (mais de R$ 1,5 bilhão, em valores atuais). Já em 2021, a cota foi de somente US$ 93,29 milhões (pouco mais de R$ 482 milhões).

    Nos últimos meses, diversas instituições científicas do país entraram em contato tanto com Marcos Pontes quanto com o ministro da Economia, Paulo Guedes, para expor o tamanho do problema caso as isenções não fossem retomadas.

    “O desenvolvimento e progresso de centenas de pesquisas dependem de aquisições no mercado externo desses materiais, inclusive as que dizem respeito à busca para vacina nacional em curso, bem como de outros medicamentos essenciais de combate à Covid-19 e outras patologias”, afirmavam, em junho, oito das principais entidades científicas do país, em cartas enviadas a Guedes e Pontes.

    Entre as instituições signatárias estão a ABC (Academia Brasileira de Ciências), a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) e o Confies (Conselho Nacional das Fundações de Apoio às Instituições de Ensino Superior e de Pesquisa Científica e Tecnológica).

    Ainda em janeiro, o próprio CNPq chegou a encaminhar ofício ao Ministério da Economia para restabelecimento da cota, como mostrou o blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo.

    “Como o montante já estava definido na PLOA [Projeto de Lei Orçamentária Anual] e, diante da impossibilidade de corrigi-lo, foi mantido na portaria, mas com o compromisso dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovações, e da Economia de buscarem, com urgência, uma solução para o problema orçamentário”, dizia o conselho, em nota à imprensa em janeiro.

    Até o momento, porém, tais esforços não surtiram efeito, ao mesmo tempo em que pesquisas já pararam por causa do fim da cota neste ano.

    “Para mim isso é a morte lenta da pesquisa. É asfixia. Você mata um laboratório se você não puder fazer aquisição de equipamentos-chave”, afirma Fernando Peregrino, diretor-executivo da Fundação Coppetec/UFRJ e presidente do Confies.

    A Folha teve acesso a listas de uma parcela dos projetos parados ou que sofreram impactos em algumas universidades do país. Entre elas estão UnB, UFPR (Universidade Federal do Paraná), UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) e Furg (Universidade Federal do Rio Grande).

    Na UnB (Universidade de Brasília), estudos de Covid chegaram a ser impactados. Um deles busca avaliar o uso de plasma retirado do sangue de pacientes recuperados da Covid no tratamento da doença. Nesse caso, o material foi importado mesmo sem a isenção fiscal, ou seja, com pagamento de tributos, devido à urgência do momento pandêmico.

    Kits de laboratório, peças de reposição e maquinário estão entre outros itens que, em geral, travaram projetos que esperavam por suas importações sem impostos.

    Até mesmo o Sirius, acelerador de elétrons brasileiro, sob responsabilidade do Cnpem (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), é diretamente impactado pelo fim da cota. Na inauguração do acelerador, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) questionou: “Considerando as grandes empresas que podem se beneficiar dessa obra, por que não fazemos deste lugar o Vale do Silício da biotecnologia?”

    Também parte do Cnpem, o LNBio (Laboratório Nacional de Biociências), que desenvolve pesquisas sobre a Covid-19, também tem sido afetado. Outro local impactado foi o Laboratório Brasileiro de Controle de Dopagem, segundo Peregrino.

    O laboratório, localizado na UFRJ, foi usado para os testes antidoping das Olimpíadas e das Paraolimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Além dele, o Ladetec (Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico), como um todo, do qual a área de doping faz parte, tem encontrado dificuldades de funcionamento por causa do fim da cota.

    “A área biológica requer muita coisa de materiais e substâncias”, afirma Peregrino. ” Esse é um laboratório afetado que vive de importação”, diz, referindo-se ao laboratório de doping.

    O presidente do Confies afirma que uma resolução para o problema chegou a ser aventada para a semana passada, mas não se concretizou. Segundo ele, é inconcebível uma situação como a atual para uma nação com o padrão de desenvolvimento do Brasil.

    “Vai definhando [as equipes de pesquisa]. Perde a capacidade de alavancar dinheiro, de formar alunos, perde prestígio, deixa de publicar, deixa de produzir. É asfixia”, diz Peregrino.

    Giuseppe Romito, professor da faculdade de odontologia da USP, foi outro que teve sua pesquisa travada pelo fim da cota e teve que parar seu projeto clínico, feito em parceria com a Universidade de Zurique (Suíça).

    “A gente faz tudo que é estimulado. Parcerias internacionais, com centros de pesquisa de excelência e tudo mais. E aí, quando chega ao momento em que conseguimos o material para importar, a gente não consegue porque a cota acabou”, diz Romito. “Você perde a confiabilidade frente aos parceiros. As pessoas também estão planejadas lá fora.”

    Esses são só alguns dos projetos e laboratórios afetados pelo fim da cota. As entidades brasileiras que costumam fazer maior uso da cota são o Instituto Butantan e a Fiocruz —através de sua fundação de apoio, a Fiotec—, os responsáveis pelas produções das vacinas contra a Covid que estão guiando o enfrentamento à pandemia no Brasil em 2021.

    O impacto tanto no Butantan quanto na Fiocruz, porém, não levou a paralisações em projetos. O Butantan, em nota, afirma que, desde o fim da cota, “passou a contar com recursos próprios e de outras fontes de apoio, não interrompendo nenhum de seus projetos”.

    Nos projetos tocados pela Fiocruz junto a Fiotec (fundação que usufrui da isenção), a situação é parecida, contando com outras fontes de orçamento para não paralisar as pesquisas. Em 2020, dos US$ 300 milhões de cota de isenção para importações, a Fiocruz/Fiotec usou cerca de US$ 48 milhões. Neste anos, a fundação usou US$ 16,6 milhões dos US$ 93 milhões disponilizados para o país.

    “Essa redução da cota tem um impacto direto, impacta nas diversas áreas e no atendimento às demandas do SUS”, afirma Priscila Ferraz, vice-presidente adjunta de gestão e desenvolvimento institucional da Fiocruz, que relembra os diversos setores da saúde nos quais projetos da instituição atuam.

    Segundo Ferraz, no caso da Fiotec, o impacto do fim da cota é sistêmico. “De qualquer forma, há o prejuízo, a desaceleração”, afirma.

    Ela aponta que, sem a isenção, pode haver um incremento de custos de 20% a 40%.

    Nos casos de alguns projetos, inclusive, o próprio governo brasileiro pode acabar tendo gastos adicionais derivados da ausência da cota de importação.

    A Folha procurou o Ministério da Economia, o Ministério da Ciência e Tecnologia e o CNPq, mas, até a publicação desta reportagem, não tinha recebido resposta desses órgãos.

    Presidente da Tunísia suspende Parlamento e destitui primeiro-ministro

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    Kais Saied alegou que Constituição tunisiana permite medida em caso de “perigo iminente”. Principal partido do país classifica decisão como golpe contra revolução que deu início à Primavera Árabe.

    O presidente da TunísiaKais Saied, determinou na noite deste domingo (25) a suspensão por 30 dias das atividades do Parlamento e a destituição do primeiro-ministro, Hichem Mechichi.

    A decisão, tomada após reunião no palácio presidencial, atribui para Saied plenos poderes executivos. O presidente tunisiano afirmou que a medida está prevista na Constituição do país.

    “A Constituição não me permite dissolver o Parlamento, mas sim suspender a sua atividade”, disse Saied.

     

    Ele afirmou que seguiu o artigo 80 da constituição da Tunísia, que permite que este tipo de medida seja adotada frente à um “perigo iminente”. Saied também usou o trecho para suspender a imunidade dos membros do Parlamento.

    A Constituição também diz que o presidente tem responsabilidade direta somente por relações exteriores e pelas Forças Armadas.

    A suspensão das atividades parlamentares aconteceu após protestos realizados neste domingo contra autoridades do país, em especial o partido governista Ennahda, de orientação islamita.

    Segundo a agência Reuters, dezenas de milhares de pessoas permaneceram nas ruas da capital Túnis e de outras cidades para apoiar a decisão de Saied.

    Manifestantes protestam contra autoridades do país, em especial o partido Ennahda — Foto: REUTERS/Zoubeir Souissi

    Manifestantes protestam contra autoridades do país, em especial o partido Ennahda — Foto: REUTERS/Zoubeir Souissi

    ‘Golpe contra a revolução’

     

    O Ennahda, maior partido no Parlamento da Tunísia, se tornou a principal força política do país desde 2011, quando uma revolta popular deu início ao que ficou conhecido como Primavera Árabe.

    O partido considerou a decisão de Saied, que atua como independente, um “golpe contra a revolução e a Constituição.

    “Consideramos as instituições ainda de pé, e os partidários do Ennahda e o povo tunisiano defenderão a revolução”, afirmou o líder do partido, Rached Ghannouchi.

     

    A Tunísia enfrenta uma forte onda da Covid-19. O país de 12 milhões de habitantes registra cerca de 18.000 mortes pela pandemia.

    A população protesta contra a falta de resposta do governo à crise sanitária, que levou ao desabastecimento de oxigênio.

    O país também convive há mais de um ano uma disputa política entre Saied e Mechichi. Além disso, a economia tunisiana enfrenta uma forte crise econômica.

    Após suspender o Parlamento, Saied anunciou que nomeará um novo primeiro-ministro.

    Delegado é morto com tiro na cabeça após confusão em casa de eventos de Porto Velho

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    Delegado Calixto morreu na hora. Um outro homem (que possivelmente teria atirado no policial) também acabou baleado e morreu no hospital; polícia informou que está investigando o caso.

    O delegado José Valney Calixto de Oliveira, da Polícia Civil, foi morto com um tiro na cabeça na noite deste sábado (24) em uma casa de eventos localizada na Estrada dos Periquitos, em Porto Velho.

    Segundo informações divulgadas pela assessoria da Civil, o delegado estava participando do evento quando houve um desentendimento e uma troca de tiros no local. Ainda não foi divulgada a motivação dos disparos.

    Um dos tiros acabou acertando o rosto de Valney Calixto e ele morreu antes mesmo de ser socorrido.

    Ainda de acordo com a Polícia Civil, um outro homem (que possivelmente teria atirado no delegado) também acabou baleado na casa de eventos e foi levado para o Hospital João Paulo II, mas também não resistiu aos ferimentos.

    Após o crime, policiais da Delegacia de Homicídios foram ao estabelecimento comercial para colher mais informações sobre a existência de uma terceira pessoa envolvida no tiroteio.

    Quase 20 anos de Civil

     

    O delegado Valney Calixto de Oliveira fazia parte da Polícia Civil há 19 anos e atualmente estava lotado no Departamento de Flagrantes da Capital (Deflag).

    Delegado Valney Calixto morre após troca de tiros em Porto Velho — Foto: Facebook/Reprodução

    Delegado Valney Calixto morre após troca de tiros em Porto Velho — Foto: Facebook/Reprodução

    Deputado Edson Martins garante a compra de Pá Carregadeira para Alto Alegre dos Parecis

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    O valor já está empenhado e em breve o município poderá contar com a máquina

    O deputado Edson Martins (MDB) garantiu recurso para a aquisição da Pá. O valor de R$500 mil (quinhentos mil reais) provenientes de emenda parlamentar do deputado irá atender ao Departamento de Estradas e Rodagem (DER) e suprir as necessidades do município e região.

    O pedido do recurso foi feito pelo prefeito Dena da P-48 (DEM) que viu a necessidade em adquirir o veículo para fazer a manutenção das ruas, estradas, pontes e bueiros do município com maior agilidade. 

    “Recentemente entregamos um veículo no valor de R$50 mil para a Educação, enviamos R$120 mil para aquisição de tubos metálicos para ajudar na recuperação das estradas vicinais e um caminhão pipa de 15.000 litros no valor de R$ 380 mil utilizado na manutenção de estradas rurais, diminuir a propagação de poeiras, nos serviços de limpeza urbana”, declarou Edson Martins.

    Texto e foto: Assessoria

    Deputado Edson Martins destina recurso para a Orquestra Municipal de Monte Negro

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    Recurso atendeu ao pedido dos vereadores Joel Rodrigues e Joab Alves
    Deputado Edson Martins destina recurso para a Orquestra Municipal de Monte Negro

    Já está empenhado o recurso no valor de 80 mil reais proveniente de emenda parlamentar do deputado Edson Martins. O pedido do recurso partiu dos vereadores do município de Monte Negro, Joel Rodrigues Venutti (DEM) e Joab Alves (PSD).

    O valor disponibilizado garantirá a aquisição de equipamentos para a Orquestra Municipal. Os vereadores agradeceram ao empenho e afirmaram que é preciso investir na cultura e no lazer afim de impactar positivamente na vida dos cidadãos de Monte Negro.

    “Essa emenda parlamentar chegou no momento certo, precisamos oferecer um trabalho de qualidade, qualificando as nossas crianças e transformando suas histórias de vidas” – Afirmou o deputado.

    Texto e foto: Assessoria

     

    Covid e questões sociais: Olimpíadas 2020 começam como um reflexo da sua época

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    Alta de casos, desfalque de atletas, falta de público e manifestações em potencial marcam os questionados Jogos de Tóquio, que começam oficialmente nesta sexta

    Estádio de beisebol de Fukushima, uma das sedes das Olimpíadas 2020, que não receberão público
    Foto: Jae C. Hong – 22.jul.2021/AP

    As Olimpíadas são sempre representantes do seu tempo. Duas guerras mundiais causaram o cancelamento dos Jogos de 1916, 1940 e 1944. A Guerra Fria foi palco de dois grandes boicotes que marcaram a história olímpica: da delegação dos Estados Unidos e aliados aos Jogos de Moscou, em 1980, e o revide soviético na edição seguinte, em 1984, em Los Angeles.

    No caso da edição de Tóquio 2020, adiada para 2021 por causa da pandemia, o evento ficará marcado como os “Jogos Olímpicos da Covid-19”, que começam oficialmente nesta sexta (23). O início da cerimônia de abertura está marcada para as 8h (horário de Brasília).

    Uma competição sem público, impopular no próprio país e tumultuada pelos casos do novo coronavírus que atingem todos os envolvidos, direta e indiretamente, na disputa esportiva.

    Ao mesmo tempo, os Jogos na capital japonesa refletem outra realidade dos tempos atuais. Será, por exemplo, a edição com o recorde de atletas LGBTQIA+, com potencial de trazer à tona, de forma mais aberta que nas competições anteriores, questões como diversidade, racismo e inclusão social.

    Esses pontos já apareceram mesmo antes da abertura oficial, com cinco seleções femininas de futebol – Reino Unido, Chile, Estados Unidos, Suécia e Nova Zelândia – repetindo o gesto antirracista do jogador de futebol americano Colin Kaepernick e se ajoelhando no início das partidas. As jogadoras da Austrália, por sua vez, posaram para fotos com uma bandeira representando os povos indígenas do país.

    Recentemente, o COI (Comitê Olímpico Internacional) relaxou algumas de suas conhecidas restrições contra atos vistos como políticos, permitindo que atletas se manifestem em alguns espaços. Não houve qualquer punição às jogadoras, e novas manifestações deverão aparecer durante as próximas duas semanas.

    “O esporte é um termômetro de como anda nossa sociedade”, diz Joice Berth, escritora, urbanista e ativista negra. “Ele é, junto com a cultura, um pilar importantíssimo para a formação das pessoas”, completa.

    Marta comemora gol contra China na estreia da seleção brasileira nas Olimpíadas
    Marta homenageia a noiva ao comemorar gol na estreia da seleção brasileira nas Olimpíadas de Tóquio
    Foto: Molly Darlington – 21.jul.2021/Reuters

    Diversidade nos Jogos

    Além do protesto, o futebol feminino também mostrou uma das melhores jogadoras da história – a brasileira Marta – homenageando sua noiva, Toni Deoin, após marcar na vitória contra a China. Também nesta semana, o ponteiro Douglas Souza ganhou as redes sociais ao mostrar sua rotina na concentração da equipe masculina de vôlei expondo o orgulho de ser um atleta LGBT.

    É uma realidade diferente de alguns poucos anos atrás, quando esse tema era visto como tabu e sofria rejeição de uma parte significativamente maior da sociedade.

    Um outro indício da maior exposição do tema ocorreu no time de hóquei feminino da Alemanha – a capitã, Nike Lorenz, usará uma braçadeira com as cores do arco-íris para mostrar solidariedade às comunidades LGBTQIA+, em um ato autorizado pelo COI.

    Nesta semana, dias antes da abertura oficial, o comediante japonês Kentaro Kobayashi, diretor artístico da cerimônia, deixou o cargo após sofrer uma onda de críticas por conta de um vídeo de 1998 onde fez uma piada que incluiu uma referência ao Holocausto.

    “É muito bom que as manifestações contra a lgbtfobia, racismo e as discussões da pauta social estejam ganhando cada vez mais visibilidade no esporte”, diz Joice Berth. “Admiro muito os atletas, sobretudo os negros, que são muito corajosos em mexer com o senso crítico do público e aproveitam a visibilidade que eles conquistam através do esporte para colocar essa questões em discussão. Eles influenciam muito mais do que é aparente”, completa.

    Joice diz esperar que atos do tipo sejam assumidos por atletas brasileiros especificamente durante as Olimpíadas, e também de maneira mais ampla. “Há uma história de negligência dos atletas quanto a questões sociais, inclusive entre aqueles que vêm da periferia e enfrentam uma série de dificuldades. Eles costumam deixar a crítica social de lado como se não tivessem responsabilidade no meio social”, afirma.

    “São pessoas brilhantes que nos trazem não só alegrias, mas também muitos ensinamentos. Se não estão cumprindo essa função social, é o momento de pensar seriamente o quanto isso pode ser importante, até para a carreira deles. Espero que consigam cumprir esse papel e nos apoiem nessa luta contra o racismo, o machismo e a lgbtfobia – que, inclusive, influenciam para que muitos atletas sejam excluídos do esporte.”

    Tedros Adhanom, diretor geral da OMS, e o premiê japonês Yoshihide Suga
    Tedros Adhanom, diretor geral da OMS, se encontra com o premiê japonês Yoshihide Suga, um dia antes das Olimpíadas
    Foto: Kazuhiro Nogi – 22.jul.2021/AP

     

    Anticlímax olímpico

    Enquanto os atletas se preparam para iniciar as disputas, permanece no ar a sensação de que a realização das Olimpíadas em meio à pandemia é um contrassenso, ainda mais em um momento que o Japão vive uma contaminação acelerada – na quinta-feira, a capital registrou 1.979 novos casos, maior número diário desde janeiro. O próprio chefe do Comitê Organizador dos Jogos, Toshiro Muto, admitiu nesta semana que as Olimpíadas poderão ser canceladas se o cenário se agravar.

    Ao mesmo tempo, a competição sofre com a rejeição da população local e de boa parte da sociedade nipônica. O premiê Yoshihide Suga também sofre com índices de popularidade que beiram os 30% e não poderá contar com o público animado nos estádios e arenas para tentar reverter o cenário antes das eleições legislativas no país, que devem ocorrer até novembro.

    Os atletas, logicamente, não estão imunes às preocupações com o novo coronavírus. Pelo contrário: segundo a organização, já são oito competidores que encerraram o sonho olímpico após testar positivo para a Covid-19 em Tóquio. Pelo menos cinco deles estavam alojados na Vila Olímpica.

    Há também os casos de atletas que precisaram abandonar os Jogos antes do embarque – caso da atiradora britânica Amber Hill, número 1 do mundo na categoria skeet, que testou positivo pouco antes da viagem a Tóquio – e também aqueles que simplesmente desistiram de viajar por conta do risco.

    O comitê organizador já soma 91 casos ligados diretamente aos Jogos antes mesmo da abertura oficial – e a perspectiva com o início das competições não é de melhora. Mas tudo começa oficialmente hoje, com o COI divulgando diariamente tanto o quadro de medalhas como a lista de contaminados.

    ‘Largados olímpicos’: obras prometidas para Jogos de 2016 seguem sem conclusão

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    Após cinco anos, ainda serão gastos pelo menos R$ 837 milhões para cumprir promessas feitas na época, como a Estação Gávea e quatro escolas na Zona Oeste

    Cinco anos após os Jogos Olímpicos terem sido realizados pela primeira vez na América do Sul, no Rio de Janeiro, os cariocas seguem à espera da entrega de boa parte do legado olímpico prometido.

    Até o momento, ainda serão gastos pelo menos R$ 837 milhões para cumprir promessas feitas na época que não foram concretizadas, como a construção de quatro escolas na zona oeste e a finalização da Estação Gávea, segundo a concessionária Rio Barra e secretaria municipal de infraestrutura.

    De acordo com a segunda edição do relatório do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre as Olimpíadas de 2016, o orçamento total para os planos de políticas públicas estava estimado em R$ 24 bilhões. Os dados foram publicados na segunda edição do documento, divulgado em outubro de 2014.

    Atualmente, o Metrô carioca chega à Barra da Tijuca, alcançando a zona oeste da cidade, mas a prometida estação da Gávea, na zona sul, parte do ramal da nova Linha 4, segue incompleta e cheia de água, deixando de beneficiar cerca de 22 mil usuários por dia.

    A estação está inundada com 36 milhões de litros d’água, como uma solução provisória feita por engenheiros para evitar riscos à estrutura e também aos prédios vizinhos. O valor estimado para que a obra fique pronta para uso da população é de R$ 750 milhões, segundo a Concessionária Rio Barra (CRB), detentora do contrato de concessão da linha 4.

    Enquanto isso, outra grande promessa olímpica não foi nem construída. A famosa Arena do Futuro, localizada no Parque Olímpico, ainda não foi desmontada para que suas estruturas sejam utilizadas na construção das quatro escolas municipais.

    No entanto, esse legado finalmente sairá do papel com um orçamento estimado em R$ 78 milhões, segundo a secretaria municipal de infraestrutura.

    Nesta sexta-feira (23) será divulgado o resultado da licitação para a desmontagem da Arena e do Centro Aquático. A empresa que ganhar precisará usar o material que serviu para montar quadras, vestiários e arquibancadas para os jogos de handball e as disputas da natação pra construir escolas em quatro bairros da zona oeste: Rio das Pedras, Santa Cruz, Bangu e Campo Grande.

    De acordo com o planejamento, cada escola terá 10 salas de aula e poderá receber 245 alunos. Contudo, a finalização da obra está prevista apenas para 2023.

    Rio 2016 - obras
    Olimpíadas do Rio: obras prometidas durante os Jogos ainda não foram concluídas
    Foto: Renato Sette Camara / EOM / Riotur

    Além da Arena do futuro, foram construídos no Parque Olímpico da Barra, as Arenas 1, 2 e 3, Velódromo, Centro Olímpico de Tênis, IBC, MPC e Via Olímpica. O local ocupa uma área de 1,18 milhão de metros quadrados.

    O TCU afirma que somente as arenas olímpicas foram orçadas em R$ 647 milhões.  O órgão aponta ainda diversas irregularidades cometidas pela prefeitura do Rio no “planejamento, gestão e utilização das arenas olímpicas após a realização das olimpíadas na cidade”. Todos os processos foram analisados pela equipe da CNN nesta quarta-feira (21).

    Para o procurador do Ministério Público Federal (MPF) Leandro Mitidieri, as instalações do Parque Olímpico apresentam pelo menos 1,5 mil problemas estruturais.

    De acordo com ele, a prefeitura do Rio também é investigada por um superfaturamento na construção do Complexo Deodoro e das Arenas Cariocas 1 e 2, Velódromo e Centro Olímpico de Tênis no Parque Olímpico da Barra da Tijuca, Zona Oeste da capital fluminense. Atualmente, o Complexo é administrado pelo governo federal.

    “A União recebeu as instalações da Olimpíada, entregues pela prefeitura, com vários problemas e vícios e, por isso, o governo federal precisa tomar alguma medida. Sendo assim, nós recomendamos que a União requeresse todos os documentos necessários”, afirmou o procurador.

    A prefeitura do Rio foi procurada, mas não houve resposta até o momento.

    Emenda do deputado Edson Martins garante laboratório de informática para Urupá

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    Já está na conta da prefeitura de Urupá a emenda parlamentar do deputado Edson Martins (MDB), no valor de R$ 60 mil reais para a aquisição do laboratório de informática, na Escola Municipal de Ensino Fundamental Adeildo Martins.

    O pedido da emenda partiu do vereador Eliel Marcos (PTB) que acompanha de perto as necessidades do seu município. O vereador Eliel sempre buscou junto ao deputado, com quem tem grande parceria, recursos para os projetos em favor do município.

    O vereador Eliel Marcos, que havia apresentado o pedido de emenda para a aquisição do laboratório em meados de abril, já poderá contar com o recurso, pois ele já se encontra na conta da prefeitura.

    “Agradeço ao deputado pela parceria que temos, o laboratório era muito esperado e em breve poderá ser entregue”. Disse o vereador Eliel.

    “O vereador Eliel Marcos é um representante do povo e por isso ele sabe onde é preciso agir. O laboratório de informática é importante para a integração e o aprendizado dos alunos da escola de ensino fundamental”. Afirmou o deputado.

    Bap vê Flamengo x Defensa como “laboratório” e acredita em processo de evolução na retomada de público

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    VP de Relações Externas do Flamengo avalia como positiva operação pré-jogo e abre possibilidade de clube jogar em outras praças fora do Rio de Janeiro. Estimativa de público em Brasília é de 7 mil pessoas

    Primeiro jogo no Brasil com venda de ingressos desde o início da pandemia de coronavírus, o duelo entre Flamengo e Defensa y Justicia desta quarta-feira, em Brasília, pela Libertadores, é encarado como um grande laboratório para a retomada gradual de público nos estádios.

    Não à toa, a CBF e outros seis clubes da Série A do Campeonato Brasileiro enviaram representantes a Brasília para acompanharem a operação da partida. Há a expectativa de que a entidade libere público nas quartas de final da Copa do Brasil, por exemplo.

    Para Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice-presidente de Relações Externas do Flamengo, o jogo contra o Defensa passou bem em sua primeira avaliação, a operação de pré-jogo. À frente do processo, o dirigente explicou ao ge, nesta entrevista, as principais lições neste primeiro teste e também os próximos passos no que deve ser um processo paulatino de evolução até que os torcedores estejam completamente de volta aos estádios.

    – A gente sabia que a barreira econômica era enorme. O jogo é mais um laboratório para o retorno do que iniciativa para ganhar dinheiro. Pelo contrário, vai perder (dinheiro). O ganho de estar voltando compensa. Qualquer centena de milhar que a gente perder não é despesa, é investimento – afirmou Bap.

    Para o Flamengo x Defensa desta quarta-feira, a estimativa é de um público de cerca de 7 mil pessoas. Um número considerado bom por Bap, em meio a dificuldades logísticas e a uma nova camada de dificuldade imposta por questões de segurança, o que resultou numa experiência menos cômoda para os torcedores. Algo que deve continuar, pelo menos nos próximos meses.

    Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice-presidente de Relações Externas do Flamengo — Foto: Divulgação/ Flamengo

    Luiz Eduardo Baptista, o Bap, vice-presidente de Relações Externas do Flamengo — Foto: Divulgação/ Flamengo

    Confira a entrevista na íntegra:

     

    Teste para o futebol brasileiro

    – Seis clubes da Série A enviaram gerentes operacionais para acompanhar o jogo. Veio gente da CBF para acompanhar, ver junto que dá errado, o que pode melhorar. É assim que a gente vai pavimentar o caminho para a volta do público. A CBF está acenando com possibilidade de público a partir das quartas de final da Copa do Brasil.

    Situação do Flamengo para jogar no Maracanã

    – O prefeito não tem demonstrado boa vontade que a gente entendia que devia ter com o assunto. Não é por outra razão que viemos para Brasília. É provável que a CBF libere para a Copa do Brasil, assim com a Conmebol liberou público nos jogos da Libertadores nas cidades que assim permitissem. Vamos seguir com as tratativas.

    – No Rio se pode ir à igreja, ao shopping, que são espaços menores, mas não ao estádio. O nosso ponto é: por que não pode público no Maracanã? Não faz sentido. A vida está voltando ao normal com uma série de cuidados. A única coisa que não pode é público em estádio.

    – Até ontem (terça-feira), 12h, nenhuma cidade havia nos procurado. Depois, pelo menos quatro cidades nos procuraram dizendo que têm interesse em receber jogos do Flamengo se a CBF permitir que tenha público.

    Lições na operação

    – O estresse é muito mais em relação à adaptação comportamental do convidado do que por uma complexidade operacional. Não é complicado gerenciar 5 mil, 6 mil pessoas num estádio. É até mais simples. Você determina isolamentos. É mais simples até que jogo convencional, o controle é diferente.

    – Não é mais entregar um convite na mão do cara. Nesse aspecto, o cara que está comprando ele está tendo experiência menos desagradável operacional do que o convidado. O cara quer quase que entregue o ingresso.

    – Para a gente é óbvio, mas para alguns convidados não era o óbvio. Uma pessoa me perguntou: “Você fez o exame?”. Estou vacinado com as duas doses, e ainda assim fiz o exame de PCR para estar perto dos meus filhos. Você convida pai e filho, se um vier com atestado de vacina e outro de PCR, eles ficam separados no estádio. É um detalhe que faz diferença.

    Venda de ingressos

    – Acho que fomos felizes na história da compra online e da retirada do ingresso com comprovante nominal e do exame. Teve gente que esperou sair o resultado do exame. O fluxo de venda muda, o ritmo muda.

    – Não teve pico de venda na largada. Mas também não caiu. Vende direto, porque toda hora sai resultado do exame. Enquanto estou falando contigo (na tarde desta quarta-feira), segue vendendo. Acho que vai ter 7 mil, 7,5 mil pessoas no estádio. Para o preço que é (o ingresso mais barato custa R$ 140)… O exame de PCR é mais caro que o ingresso. A demanda por exame de PCR dobrou o preço. O pacote mínimo, ingresso mais exame, é R$ 350.

    – Se botar tudo isso no papel, um jogo na quarta-feira, em que se decidiu o local do jogo na última sexta, não está ruim. Vamos ver como será a operação logo mais. Não está espetacular, espetacular seria vender os 18 mil ingressos, mas não tem problema algum. Não teve grandes confusões, não teve briga, não teve exame falsificado. Isso é ótimo.

    Estádio Mané Garrincha será palco de Flamengo x Defensa y Justicia — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

    Estádio Mané Garrincha será palco de Flamengo x Defensa y Justicia — Foto: Alexandre Vidal / Flamengo

    Mudanças de comportamento para os próximos meses

    – Isso vai ser uma mudança de comportamento. Quem comprava online só apresentava o ingresso no celular. Você vai andar cinco anos para trás. Dá mais trabalho para ir ao estádio. Vai ter que ir no posto de troca, apresentar o documento, levar identidade, não pode mandar alguém ir no seu lugar. Você tem que pegar seu ingresso. O cara vai te identificar, botar uma pulseira em você. Não é operação tradicional

     

    O que muda com jogos no Rio?

    – Eu acho que vai ter uma simplificação grande. Tem alguns elementos que vão simplificar. Não vai ter que viajar, comprar passagem aérea, pagar exame de R$ 200, isso tudo joga a favor da compra. Mas é um hábito diferente. Se você quiser ir a um estádio, vai ter que sair de onde estiver. Essa comodidade, essa conveniência, não vai existir, tranquilamente, até o fim do ano.

    – É um processo de evolução. Acho que essa normalidade volta no ano que vem. Acho que em outubro não precisará mais separar vacinado. Pela idade do cara, talvez em outubro não precise retirar o ingresso. Talvez essa inconveniência vá diminuindo para alguns grupos de torcedores.

    – Ele teve desconto especial e quase 36 horas de frente para comprar (no jogo contra o Defensa). Isso vai permanecer. Na evolução dessa experiência, o sócio-torcedor vai ser privilegiado com toda certeza. Só não tem diferença nesse processo de identificação, porque é um processo de segurança. Não é contra, é a favor da saúde. Não adianta fazer para 99%, e 1% não fazer. Esses 1% colocam em risco os 99%.

    – Mas acho que o sócio-torcedor vai ter vantagem da possibilidade de comprar antes e de ter um desconto. No caso da gente, o desconto tende a ser mais generoso do que antes. A gente se comprometeu, tem que retribuir aqueles que ficaram contribuindo com a gente durante um período em que não puderam usufruir.

    – Se a CBF permitir público no Brasileiro, e o Flamengo não puder ter público no Brasileiro, vai jogar fora do Rio. Hoje, há um cenário diferente, porque há seis meses só Brasília que procurava a gente permitindo público. A gente entendia que tinha compromisso moral que a primeira praça fosse Brasília, foi a primeira que se disponibilizou.

     

    Balanço da operação de pré-jogo

    – Está sendo surpreendentemente melhor do que a gente imaginava. Não quero comemorar antes da hora, mas eu acho que estávamos tão preocupados, e colocamos tanto tempo e energia para que nada desse errado, e as coisas aparentaram ser mais simples do que imaginávamos. A surpresa até agora no lado da organização está sendo positiva. Vamos ver como vai ser o jogo logo mais, pra ver se será um sucesso.

    Dificuldades logísticas

    – No pré-jogo, o maior problema foi ser fora do Rio de Janeiro, ter que esperar 48h para saber o resultado do exame de Covid. Isso traz um peso.

    – A passagem aérea (do Rio para Brasília) estava custando R$ 1,2 mil. Na hora que anunciamos o jogo, ela ficou R$ 960 mais cara. O exame de Covid devia ser o rápido, de antígeno, mas houve um erro no decreto, e foi exigido o de PCR. Um exame custa R$ 90, o outro (PCR), R$ 200. O exame custa mais caro que o ingresso.

    Flamengo treina em Brasília antes do jogo contra o Defensa y Justicia — Foto: Reprodução

    Flamengo treina em Brasília antes do jogo contra o Defensa y Justicia — Foto: Reprodução

    ADVERTORIAL SUPERAÇÃO: Veterinária Perde 4kg com Erva Emagrecedora em Apenas 30 Dias e Salva seu Casamento!

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    A veterinária comemorou com seu noivo ao perder 4KG de Pura gordura em APENAS 30 DIAS. Após essa transformação incrível a mulher de 34 anos revela todos os detalhes dessa superação pessoal: (8097 Votos)

    A veterinária comemorou com seu noivo ao perder 4KG de Pura gordura em APENAS 30 DIAS. Após essa transformação incrível a mulher de 34 anos revela todos os detalhes dessa superação pessoal: (8097 Votos)

    (8097 Votos)

    ☆ ★ ★ ★ ★

     

    Antes e Depois de Camila impressiona

    Camila Davila, veterinária de 34 anos, chegou a pesar 105 kg, mas nunca se preocupou muito com a balança. Ela só viu que era preciso emagrecer quando sua obesidade começou a atrapalhar o seu casamento. A seguir, conta como conseguiu:

    “Meus problemas com a balança começaram quando fui morar no exterior, aos 17 anos. Ganhei muitos quilos e, desde então, fiquei no famoso efeito sanfona. Mas nunca tive problemas por ser gordinha, pelo menos até então.

    Porém, já no Brasil, me casei e tive meu filho, engordei ainda mais e não consegui voltar ao peso de antes, meu marido ficou incomodado, me pedia para tentar emagrecer de uma forma até educada.

    Camila chegou a pesar 105kg

    Quando a gente quer emagrecer, nós olhamos em todos os lugares, e fazemos muitas dietas encontradas na internet, porém, em 99% dos casos é perda de tempo e dinheiro.

    O que eu fiz para emagrecer 32kg em apenas 8 meses? Foi SIMPLESMENTE seguir uma dica da minha irmã que mora nos EUA no estado de Massachusetts, nos Estados Unidos. Ela contou que lá tem um alimento em cápsula aprovada por uma universidade local (Universidade Harvard) que está revolucionando o emagrecimento de forma saudável e sem aquele efeito sanfona indesejado e que tanto me incomodava.

    Então comecei a pesquisar e fiquei esperançosa quando vi que, após longos testes de eficácia, a ANVISA havia aprovado aqui no Brasil e que já tinha muita gente usando. Vi em redes sociais resultados extraordinários de pessoas que perderam 6kg, 18kg, 12kg, 24kg…

    Entrei direto no site oficial do Dr. Zero Peso, escolhi um kit com 3 frascos para experimentar e já na segunda semana eu perdi 8cm de cintura, fiquei muito feliz e comprei novamente o kit de 5 frascos do Dr. Zero Peso.


    Imagem arquivo pessoal de Camila

    Quando havia chegado no 3º pote, eu estava 12kg mais magra e já estava vestindo tamanho 42. Há, quando a gente compra qualquer kit, nós recebemos totalmente grátis e-books com receitas super legais de detox e fit, então, comecei a fazer algumas receitinhas para ajudar ainda mais no meu emagrecimento, pois queria resultados mais rápidos.

    Seguindo direitinho, tomando 2 cápsulas ao dia 30 minutos antes do almoço e jantar, conciliando uma alimentação um pouco mais controlada cheguei ao término do tratamento.


    Imagem arquivo pessoal de Camila

    O meu marido ficou surpreso com o resultado que obtive em tão pouco tempo. Perdi 32kg de pura gordura, consegui controlar minha vontade por doces, tive mais energia para fazer exercícios e manter uma vida saudável. Hoje estou vestindo roupas de numeração 38, estou muito feliz, poder ir comprar uma roupa na loja e pedir 38 é uma satisfação enorme que só nós mulheres conseguimos entender.

    Meu casamento está de volta aos trilhos, meu marido muito feliz e sempre me elogiando.


    Antes e Depois de Camila

    Minhas pernas diminuíram significativamente as celulites, estão mais lisinhas, minha pele melhorou, aquela gordura no meio das coxas sumiram, o braço está mais durinho.

    Enfim, no começo fiquei desconfiada e pensei que seria mais um produto que esse povo cria só para ganhar dinheiro, mas quando vi todos os resultados até de atrizes da Globo, aí eu resolvi confiar e nem preciso falar que funciona, pois meu antes e depois fala por si só.

    Fomos investigar o que tem de tão especial tem na Fórmula do Dr. Zero Peso e porque ele faz emagrecer tão rápido?

    Após 3 anos de pesquisa científica, e extraordinário sucesso nos EUA em Massachusetts, onde levou mais de 170 mil pessoas a emagrecerem em tempo recorde, conceituado laboratório trás para o Brasil sua fórmula e conquista muitos adéptos do composto.

    Dr. Zero Peso tem poder de inibir o apetite, tirando a vontade compulsiva de comer, inclusive doces, ele trabalha na absorção de gordura dos alimentos, acelera o metabolismo queimando gordura muito mais rápido do que métodos convencionais, proporcionando uma perda de peso e medidas. chatos e cansativos.

    A fórmula especial do Dr. Zero Peso atua no organismo com efeito semelhante a tratamentos de custo elevado. Quando as fibras entram em contato com a água cria-se uma espécie de gel estomacal, gerando saciedade, inibindo a fome e o apetite.

    É como se você pegar uma bexiga e encher de água, não haverá espaço para o ar. E se você preencher o seu estômago com um gel, não haverá espaço para comida. E o resultado disso você já conhece bem: perda de peso!

    Com Dr. Zero Peso é possível:

    ✅ ACELERAR METABOLISMO (LIPÓLISE)
    ✅ SUGA 4KG DE GORDURA EM QUATRO SEMANAS
    ✅ INIBIR O APETITE
    ✅ REGULAR O INTESTINO
    ✅ REDUZIR OS NÍVEIS DE COLESTEROL
    ✅ REDUÇÃO CONSIDERÁVEL DAS CELULITES
    ✅ REDUÇÃO INCHAÇO DO CORPO
    ✅ DESINTOXICAR O ORGANISMO

    A fórmula avançada do Dr. Zero Peso auxilia na redução da flacidez e celulites

    A fórmula avançada de Dr. Zero Peso promove redução de até 63% da flacidez

    Dr. Zero Peso é um produto saudável e sem qualquer efeito colateral, tem ajudado mulheres a banir as temíveis celulites do corpo, reduzindo em até 63% a flacidez do abdômen, braços e coxas.

    Apenas 1 mês de uso e os resultados foram excelentes

    Imagine se você pudesse emagrecer com saúde e perder as gorduras localizadas que hoje te assombram e mostram para todo mundo que você está fora de forma?

    Para se livrar de vez com a gordura que fica “sobrando” no seu braço, e balança para um lado e para o outro sempre que você dá tchau e te faz ficar horrível nas fotos…

    Imagine não ter que passar nunca mais pelo constrangimento de na hora de comprar uma roupa que você viu na vitrine e gostou, mas o vendedor dizer “nós não temos o seu número”?

    Imagine emagrecer até 8kg já nas primeiras 4 semanas de uso do composto, e as pessoas próximas de você como cônjuge e amigos te elogiarem dizendo o quanto você está bonito(a), falando o quanto você emagreceu e até querendo saber o que você tem feito para SECAR tão rápido?

    E o que descobrimos foi chocante! O Dr. Zero Peso passou por um teste rigoroso e, pela primeira vez, um produto atingiu a marca de 5 estrelas em nossa avaliação. Vamos aos resultados:

    Testes Realizados:

    Dr. Zero Peso★ ★ ★ ★ ★

    • Qualidade do produto 10/10

    • Eficácia no que promete 10/10

    • Zero efeitos colaterais 10/10

    • Preço acessível 9.8/10

    • Entrega rápida 9.7/10

    PONTOS DE DESTAQUE

    • Não causa as famosas “Diarréias de Gordura”;
    • Os benefícios foram comprovados cientificamente;
    • Potencializa a queima de gordura com termogênicos naturais;
    • Estimula a redução do colesterol, reduz os níveis de glicose e desencadeia expressiva perda de peso.
    • 97% dos clientes que fizeram uso relataram estarem SATISFEITOS com os resultados!

     

     

    Dr. Zero Peso eficácia comprovada junto a ANVISA

    Todos nós sabemos que para qualquer produto poder ser vendido, ele precisa ser submetido aos testes dos orgãos de vigilância sanitária, Ministério da Saúde, ANVISA (RDC 240/218).

    Dr. Zero Peso é um produto com fórmula importada, mas hoje já tem sua produção e venda no Brasil. E para poder atuar em solo brasileiro, a empresa responsável pelo produto precisou submeter novamente a um teste de eficácia, mesmo já atuando em outros países. E após diversos testes, a ANVISA constatou sua eficácia, homologando e autorizando a sua produção e venda, por se tratar de um produto seguro e que cumpre o que promete.

    Falamos com um dos responsáveis pela fórmula e o sucesso do Dr. Zero Peso

    Nossa redação entrou em contato com o laboratório fabricante para entender a fundo o que há por trás do mistério do Dr. Zero Peso e conseguimos uma rápida entrevista com o um dos responsáveis pelo desenvolvimento e respondeu algumas perguntas.

    Redação: o Dr. Zero Peso funciona para homens?

    Sim, a fórmula foi desenvolvida para qualquer gênero, ocorre que as mulheres buscam mais esse tipo de composto por terem um metabolismo um pouco mais lento que os homens, no geral.

    Redação: quem tem pressão alta pode tomar?

    Sim, é um composto saudável e sem contraindicações, exceto em caso de grávidas e lactantes.

    Redação: é preciso prescrição médica para o uso?

    Não, ele é um alimento, totalmente regularizado pela ANVISA e qualquer um pode adquirir através do site oficial.

    Centenas de leitores tem nos enviado e-mails mostrando os seus resultados com o produto. Fizemos um teste junto a uma voluntária, e veja só o resultado do antes e depois, mostrando que o Dr. Zero Peso realmente funciona:

    Teste voluntários:

    Após ler diversos relatos e também conhecer de perto mulheres que tiveram a vida transformada através do Dr. Zero Peso, Patrícia Fernandes, se prontificou a investigar mais a fundo esse suplemento que está causando alvoroço entre as famosas.

    Para isso, entrou em contato com o fabricante do Dr. Zero Peso e, com a ajuda da equipe de produção, publicou os resultados do teste em primeira mão:

    Para o teste, Patrícia utilizou durante 60 dias o Dr. Zero PesoOs resultados foram impressionantes. Veja:

    Primeiros Dias:

    Após esperar 3 dias pela entrega do produto em minha casa, já nos primeiros dias tomando Dr. Zero Peso, fiquei intrigada com os resultados. Meu nível de energia foi lá em cima, e eu já não tinha tanta compulsão para comer. Descobri que um efeito adicional do Dr. Zero Peso é o seu poder para diminuir o apetite por doces e estabilizar a compulsão alimentar.

    Eu já me sentia muito bem e acho que continuaria tomando Dr. Zero Peso só pela energia extra que ele me deu. O mais surpreendente é que eu não tinha mudado nada da minha rotina diária, não estava me exercitando e comia tudo o que queria.

    No 7º dia, fui conferir minhas medidas e não pude acreditar no que vi. Eu já tinha diminuído 2 tamanhos no manequim! Há muito tempo já vinha tentando diversas formas de emagrecimento e nenhuma tinha me dado tantos resultados assim, logo nos primeiros dias.

    Após 21 dias:

    Depois de 21 dias tomando o Dr. Zero Peso, eu me sentia com a mesma energia que tinha há 10 anos atrás, e estava tendo as melhores noites de sono em anos.

    Eu já não estava mais acordando cansada pela manhã e conseguia realmente descansar. O laboratório revelou que isso acontece quando o corpo exp as toxinas e queima glicose e colesterol.

    Além disso, eu ainda consegui perder mais peso e muitas medidas no manequim, conseguindo entrar em algumas calças jeans e blusinhas que já não podia usar há muito tempo.

    Eu nunca tinha tido resultados tão rápidos assim na minha vida, nem mesmo com remédios controlados. Já havia tentado de tudo, mas…

    A partir desse ponto, eu comprovei que Dr. Zero Peso funcionava mesmo.

    Após 30 dias:

    Após 30 dias tomando Dr. Zero Peso, mudado do manequin 48 para o 44. Ficou claro o porque de tanto alvoroço na midia nas últimas semanas.

    Resolvi provar mais algumas roupas bem antigas que ainda guardava e notei que havia recuperado todo o meu guarda-roupa!

    Parecia um sonho, mas estava ali na frente do meu espelho!

    Após 60 dias:

    Após 2 meses tomando Dr. Zero Peso todos os dias, posso dizer que meus resultados foram impressionantes.

    Em 2 meses perdi 8 kilos de pura gordura (atenção aqui: muitas dietas te fazem perder líquidos e massa muscular, o que te causa o temido “efeito-sanfona”). Minha perda de peso foi grande de gordura, o que resultou na drástica diminuição do tamanho de minhas roupas, sem celulite. Eu encolhi radicalmente o números do manequim e passei a usar todo o tipo de roupa que queria!

    Me empolguei com os resultados maravilhosos e continuei usando o Dr. Zero Peso. Hoje, já fazem quase 5 meses que uso o Dr. Zero Peso, a minha foto revela o quanto consegui emagrecer, no total, 18kg de pura gordura. Estou muito feliz com os resultados alcançados, acredito que muitas mulheres também estão iguais a mim, pois o composto funciona e este é o segredo de seu grande sucesso.

    Depois de terminar o experimento, tirei 4 semanas de férias e não levei o Dr. Zero Peso comigo. Achei que talvez pudesse voltar a ganhar peso com a rotina desregrada, mas consegui me manter magra! Dr. Zero Peso não tem o famoso efeito-sanfona, como outros remédios para emagrecer.

    O Dr. Zero Peso cumpriu o que prometeu e superou minhas expectativas.

    Dificilmente recomendamos algum produto, mas pelos resultados alcançados, sentimos que nossos leitores iriam gostar da reportagem. Além disso, o laboratório responsável pela fabricação do Dr. Zero Peso no Brasil confia tanto no seu produto, que resolveu oferecer um super desconto para nossos leitores verem os resultados com seus próprios olhos.

    Importante: Segundo o fabricante, Dr. Zero Peso só está disponível para compra através do site oficial e ainda não é vendido em farmácias. De acordo com o laboratório, a demanda pelo produto está tão alta, que o estoque é vendido em poucos dias através do próprio site.